E a indignação é legítima. Não existe documento, estudo técnico ou justificativa sólida que explique por que algumas unidades começaram a suspender turmas justamente no período de matrículas — quando as famílias tentam organizar a vida escolar dos filhos.
Uma conversa já realizada com a Secretaria de Educação deixou claro um ponto que não pode ser ignorado: isso não pode virar cultura em Apucarana.
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Não pode virar cultura fechar escola.
Não pode virar cultura fechar sala.
Não pode virar cultura fechar CMEI de uma hora para outra, sem diálogo e sem transparência.
Pais chegam querendo matricular seus filhos na mesma escola dos irmãos e escutam: “este ano não terá sala”. E o que há por trás disso? Nada além de decisões tomadas no improviso — sem estudo de demanda, sem análise pedagógica, sem planejamento. Como foi dito: “vozes da cabeça” não podem orientar a educação de uma cidade inteira.
Apucarana sempre tratou sua educação como patrimônio, como orgulho e como base de desenvolvimento. Hoje, corre-se o risco de ver essa estrutura sendo desmontada silenciosamente. O que antes era uma rede estável, agora vive incertezas, cortes e decisões que comprometem diretamente a vida das famílias.
Educação não é lugar para achismo.
Educação não é laboratório de improviso.
Educação não aceita decisões soltas, sem critério, sem documento e sem planejamento.
O município precisa reagir. Precisa ouvir. Precisa explicar. E, principalmente, precisa respeitar as famílias.
Porque quando se fecha uma turma, não se fecha só uma porta — se fecha oportunidade, se fecha futuro, se fecha caminho.
DECLARAÇÃO FINAL DE DANYLO ACIOLI
“Eu, Danylo Acioli, reafirmo meu compromisso com cada pai, cada mãe e cada criança de Apucarana. Escola não se fecha. Turma não se encerra. Educação não se desmonta. O que for preciso cobrar, eu vou cobrar. O que for preciso enfrentar, eu vou enfrentar. A educação de Apucarana tem que ser respeitada — e eu não vou permitir que decisões improvisadas prejudiquem o futuro das nossas crianças.”

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