Obras que não ficam só no papel
Desde 2019, a gestão à frente da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná já contabiliza mais de 500 obras entregues em 228 municípios — entre UBS, hospitais, PAMs, reformas e ampliações.
Neste ano, só até setembro, foram concluídas 52 obras em 44 municípios, com investimento acima de R$ 40 milhões. Na expansão da Atenção Primária à Saúde, já são 311 UBS entregues e outras 175 em obras — cobertura estadual acima de 94 %.
Gestão com “PULSO DE FERRO” e com resultados
Ele não espera. Define metas. Executa. Entrega. Essa postura agressiva marca a gestão de Beto Preto: “Estamos descentralizando a saúde e levando o atendimento até os municípios”, ele mesmo afirma.
Ou seja: menos discurso, mais concreto. Menos promessas, mais inaugurações.
Impacto real — de norte a sul
Municípios pequenos também viram obras: em Maria Helena, noroeste do estado, a primeira “Unidade Mista de Saúde” do Paraná está praticamente pronta.
Em todas as regiões: leste, oeste, centro, noroeste — obras entregues e em andamento.
A cobertura da APS (atenção primária) saltou de cerca de 81 % para 94 % em poucos anos.
Sem tempo a perder: o ritmo é de execução
Enquanto muitos projetos ficam paralisados ou empacados em papelada, a “máquina de obras” da saúde no Paraná avança — e aponta milhares de leitos, UBS, reformas em hospitais como parte da rotina de entregas.
Isso reforça que, para essa gestão, “gestão” quer dizer “fazer acontecer”.
Para o leitor de O Contraponto, o recado é claro: no Estado, não basta planejar — é preciso entregar. Beto Preto mostra que a saúde pública, sob sua batuta, está em execução acelerada. A manchete “Palmas para BETO” não é só elogio: é reconhecimento de que, neste cenário, agir importa mais do que prometer.

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