Só que ninguém chega ao topo sozinho. E Curi já começa a desenhar as peças que devem compor a engrenagem de sua ascensão.
Beto Preto: o escudo de confiança
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Ao seu lado, desponta com força Beto Preto — nome de peso, político técnico, ex-prefeito de Apucarana e atual secretário estadual da Saúde. Beto é mais que aliado: é escudo. Um homem de confiança absoluta do governador Ratinho Júnior, respeitado em todo o Paraná e com uma imagem sólida de competência e seriedade.
Entre prefeitos e deputados, o comentário é recorrente:
> “Se Curi sair, vai ser com Beto.”
A aliança entre os dois é vista como natural: Curi tem a articulação política. Beto tem a entrega, o serviço prestado e o respeito da população. Juntos, formam uma das duplas mais fortes já cogitadas para a sucessão estadual.
Guto Silva: a alternativa discreta
Correndo por fora, mas com olhos atentos, está Guto Silva. Ex-chefe da Casa Civil, articulador político experiente e com base no Sudoeste, Guto observa o cenário com inteligência. Embora não tenha o mesmo peso de Curi ou a capilaridade de Beto, ele surge como uma peça alternativa em composições mais amplas, especialmente se o cenário for para o segundo turno.
Fontes do governo indicam que Guto ainda pode ocupar uma vaga de vice, ou até mesmo ser chamado para compor uma chapa federal, dependendo dos arranjos partidários.
O trio que define o Paraná
Curi, Beto e Guto. Três nomes. Três estilos. Três estratégias.
Enquanto a oposição ensaia movimentos e a base governista reorganiza fileiras, esse trio já movimenta secretarias, lideranças regionais e até alianças partidárias para 2026.
O futuro político do Paraná pode estar nas mãos deles.
E a pergunta que fica é: qual será o desenho final do poder?

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